Tipo, a clássica: andar de bicicleta. Já contei os meus motivos* de, enfim, voltar a academia. Pois eu escolhi esse dia a dedo: o dia mais frio do ano, garoando e para completar, "naqueles dias". Haja desculpa para não ir, mas pensando no velhinho* (ou na falta de)... Eu persisti. E como algumas coisas a gente não esquece: lá fui eu e ajustei o assento no ossinho do quadril e a carga no mínimo, afinal, eu tô (re) começando. É justo. Tudo bem que lá pelas tantas o professor percebeu que estava muito leve e eu "dançava" na bike, mandou "Belisca essa carga. Aqui não é aula de dança". Depois de tanto "beliscar" eu já não aguentava mais, estava sem fôlego, em tontura iminente. Morta. E confesso, pensei em desistir, mas ai eu pensei. Não, eu não pensei no velhinho de novo. Pensei no meu muso mor: Ricardo Tozzi. E aí me ocorreu que ele poderia estar pedalando logo ali ao meu lado com aquele charmoso sorriso de canto. Já pensou que mico que seria se eu desistisse ali? Não, eu não poderia decepcioná-lo. Sei que isso parece loucura, mas dane-se. A mente é minha. A mente é sua. Pense em quem você quiser. No seu marido, na sua namorada, na Lara Croft ou no Thor. Use a mente a seu favor e quando pensar em desistir, pense naquela pessoa especial. Se o seu coração está vago, como o meu, invente e preencha. Vai na minha que funciona! Depois de pedalar feliz ao lado do meu muso, cai na real: a trilha do Marron 5 anunciava o final da aula. Ufa!
Até amanhã, Ricardo Tozzi. Eu te encontro na linha de chegada. Running class.
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